18.1.12

Como muitos portugueses, passo mais tempo desempregada do que empregada e como tal regresso com alguma frequência aos sites de emprego e a outros sites.

 

É frustrante quando se procura ajuda para elaborar uma carta de apresentação de uma candidatura espontânea e quase todas elas começam:

 

'Terminei a minha licenciatura X no passado mês X. Assim sendo, é minha intenção... blá, blá, blá'

 

Será que quem escreve e disponibiliza estas cartas, não pensa que a actualidade nacional já não é a mesma? Muitos dos desempregados - e que têm licenciatura - já terminaram o curso há muito tempo (como eu) e está desempregada. Ora como começamos então a carta? E o que escrevemos quando simplesmente queremos uma oportunidade de emprego sem sermos esquisitos no cargo a desempenhar?

 

sinto-me:
link do postescrito por anid, às 14:16  cusquices (1) opina à-vontade

10.11.10

Como disse aqui há dias, fiquei desempregada. Oficialmente engrossei os números do desemprego na passada quinta-feira e entretanto fui à Segurança Social para requerer o Subsídio Social de Desemprego.

Trabalhei seis meses, os tais 180 dias necessários para ter direito a este subsídio.

Mas as regras mudaram.

 

Não basta trabalhar. Não basta descontar durante estes dias. Não basta fazer tudo direitinho.

 

Se uma pessoa for casada (ou estiver em união de facto ou tiver um agregado familiar pelo menos com mais uma pessoa) e a segunda pessoa receber pouco mais que o ordenado mínimo, já não tem direito a subsidio social de desemprego.

 

E ao Rendimento de Inserção Social? Muito menos...

 

Mas afinal vale a pena trabalhar? Vale a pena querer constituir família? Neste país de merda não vale a pena nada. Porque eu esforcei-me para encontrar trabalho e esforcei-me a desempenhar bem as minhas funções. Preocupei-me em pagar as minhas contas, não devo nada a ninguém. Mas quando deixo de ter possibilidades de cumprir com as minhas obrigações, o Estado manda-me dar uma curva. Então mas andei a descontar para o quê? Para quem?

link do postescrito por anid, às 12:56  cusquices (1) opina à-vontade

21.10.10

Regressei. E regressei porque fiquei com mais tempo livre para os meus desabafos, ou seja, voltei ao desemprego.

 

Depois de seis meses a trabalhar, pelo segundo ano consecutivo, nos Correios, voltei para casa e voltei para a agonizante vida de desempregada, pois como escrevi aqui há tempos, quero trabalhar, mas não há trabalho.

 

Por enquanto gostava de poder gozar um pouco dos dias de férias a que tive direito, mas nao irá ser bem assim. Tenho que pensar já no que vem depois das férias e não é um emprego... Infelizmente.

 

Vou dando notícias.

 

 

link do postescrito por anid, às 12:55  cusquices (3) opina à-vontade

14.3.10

Pela primeira vez em tantas vezes inscrita no Centro de Emprego recebi uma carta esta semana para telefonar para uma determinada empresa para marcar uma entrevista de emprego. Já lá fui na sexta-feira e encheram-me de esperanças, não no sentido de lá ficar, mas de me darem uma resposta positiva ou negativa para a segunda fase até ontem, sábado, ao final da tarde.

Hoje já é Domingo e não tive notícia alguma...

 

link do postescrito por anid, às 16:51  cusquices (5) opina à-vontade

11.3.10

Hoje passei a tarde com uma amiga, que já não via há quase meio ano e mal falava no messenger. Por um acaso, encontramo-nos precisamente no messenger e combinamos então sair juntas.

Fomos lanchar, estivemos com o menino dela que tem ano e meio e ajudei-a a levar a cadela ao veterinário.

Sim, ajudei, porque é uma Golden Retriever de três anos com energia de menos um. Literalmente é ela que nos leva a passear e não o contrário.

 

Foi muito bom para descontrair, porque ao contrário do que muitas pessoas pensam ou podem pensar, o dia-a-dia de um desempregado é muito stressante. Primeiro, porque os dias vão passando e não vemos uma luz ao fundo do túnel para um emprego e depois os nossos dias, ao fim de um tempo, vão-se tornando repetitivos...

 

link do postescrito por anid, às 21:54  cusquices (1) opina à-vontade

11.2.10

Há uns anos atrás, a minha paixão pela fotografia, levou-me a tirar um curso de tratamento fotográfico assistido por computador, resumindo saber tratar fotos através dos vários programas informáticos.

Bem, sabendo isto, uma amiga pediu-me para trabalhar numa foto da sobrinha. Está a dar-me muito trabalho, porque estou um pouco enferrujada, mas estou a adorar!!!

 

Além disto, continuo com os meus trabalhos de ponto cruz (neste momento estou a fazer um quadro moderno para a minha casa-de-banho) e continuo a escrever as minhas histórias, que neste momento são só do meu conhecimento (tive um blog onde publicava os meus textos, mas quase não tive feedback sobre eles, então acabei por desistir de os publicar...).

 

Nota-se mesmo que continuo desempregada. Tenho muito tempo livre!

 

link do postescrito por anid, às 15:28  opina à-vontade

5.1.10

Já se começam a contabilizar as entrevistas de emprego falhadas...

 

Enviámos o cv, bem no estilo europeu (eu cá não gosto), somos contactados ou não, esperámos por uma resposta ou seguimos em frente para o próximo anúncio, ou em último caso (o que nos agrada mais) marcam-nos o dia e o local para conhecermos a nossa possível entidade empregadora.

 

Porém, mesmo neste caso, as coisas nem sempre saem bem. É completamente frustrante: esforçámo-nos para fugir daquele aspecto desleixado que entretanto fomos adquirindo e vestimo-nos bem e até maquilhamo-nos (no caso das senhoras, claro) e, por vezes, até preparamos um belo discurso para cativarmos bem o nosso entrevistador. Fazemos tudo bem, ou quase tudo, e ainda assim nunca é suficiente. Por vezes temos habilitações a mais, outras vezes a menos... Por vezes, temos experiência profissional a mais, tendo passado por várias empresas, outras vezes é pouca. E depois perguntam-nos coisas que nem vemos necessidade para tal.

 

Afinal, digam-me, o que interessa numa entrevista de emprego? Acho que são três pontos: a nossa pessoa (personalidade e presença), experiência profissional e habilitações académicas. É preciso entrar em pormenores da nossa vida? Porque fomos para ali ou para acolá, porque é que escolhemos aquilo e não aqueloutro...

 

Isto é cansativo e frustrante. Mas ainda pior, é quando saímos duma entrevista de emprego com a sensação de que no fundo não servimos para nada...

 

sinto-me: frustrada!
link do postescrito por anid, às 20:27  opina à-vontade

6.11.09

E regressamos novamente ao diário de uma desempregada.

 

O blog no início foi criado para eu poder partilhar as minhas frustrações enquanto mais uma portuguesa desempregada, mas acima de tudo para eu não acumular toda a minha inutilidade enquanto pessoa profissional... Lol... Que palavreado.

 

Bem, acabaram anteontem os meus singelos doze dias de férias e já comecei a contribuir para o aumento da estatística do desemprego no nosso país.

Ontem, estive parte da manhã no Centro de Emprego, tratando da papelada para isto e para aquilo e à tarde fui a uma entrevista de emprego. Se pudéssemos confiar em tudo o que nos dizem, eu poderia ter a certeza que o mais tardar no início do ano estaria a trabalhar.

 

Porem, enquanto isso não acontece, olho para o meu apartamento e imagino o que vou fazer hoje: há dias fiz uma limpeza a fundo ao escritório, anteontem à sala e agora vou fazer à cozinha.

 

Desejo-vos um bom fim-de-semana, pois depois das limpezas e da fisioterapia (que já acaba na segunda-feira!), vou fazer os preparativos para receber os meus amigos em minha casa para a noite de póquer.

 

link do postescrito por anid, às 14:11  cusquices (2) opina à-vontade

30.10.09

 

link do postescrito por anid, às 12:36  opina à-vontade

29.10.09

Enquanto não arranjo uma ocupação, um emprego ou um trabalho, tenho que arranjar como ocupar o meu tempo, além dos sessenta minutos que passo na fisioterapia.

Ontem, dediquei-me a limpar o pequeno escritório que temos em casa, uma divisão minúscula, onde tem que caber toda a nossa papelada, computador, livros, amplificadores, guitarra, etc, etc... Além de dois puzzles já feitos há mais de um ano, que ainda não mandei emoldurar... Bem, já se consegue andar à vontade, ainda que o espaço seja mesmo exíguo...

Depois de fazer esta limpeza anual, disse que hoje seria o dia de me virar para a cozinha, mas estou com preguiça. Acho que é das piores divisões de uma casa, pois acumula gordura e mais gordura, tralha e mais tralha...

Agora estou no computador, a pensar que 'já que não vou fazer isso, podia ir buscar o meu trabalho inacabado de ponto cruz', que comecei a fazer o ano passado quando parti o pé, para oferecer à minha mãe pelos anos (Julho), que passou a ser prenda de Natal, mas não disse de que ano...

 

Depois hei-de vos mostrar o trabalho final quando e se o acabar...

 

link do postescrito por anid, às 12:26  cusquices (1) opina à-vontade


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